Aplicativo e-SaúdeSP da Prefeitura de São Paulo, que já ultrapassa a marca de 5 milhões de usuários cadastrados e 71 milhões de acessos, foi destaque em evento promovido pela Unifesp
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) apresentou suas soluções na área de tecnologia no 1º Simpósio Internacional do Núcleo de Saúde Digital, promovido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), nesta segunda-feira (25).
“Com o aplicativo e-Saúde SP, o paciente pode acessar o histórico dos seus atendimentos, vacinações e resultados de exames, bem como localizar a disponibilidade dos medicamentos na rede. Nosso intuito é que essa tecnologia também possa ser adotada pelo Ministério da Saúde”, destacou o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco, que participou da roda de conversa “Experiências municipais na implementação de ações de telessaúde”. Lançado em junho de 2020, o aplicativo já ultrapassou 71 milhões de acessos, 5,2 milhões de usuários cadastrados e 5 milhões de atendimentos.
Dentro da plataforma, o paciente também pode agendar suas consultas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), por meio do Agenda Fácil. Desde o seu lançamento, em outubro de 2017, a ferramenta já contabiliza 2,3 milhões de usuários cadastrados que realizaram cerca de 14,9 milhões de operações.
Outra inovação é o prontuário eletrônico, que possibilita a visualização dos atendimentos prestados aos pacientes em diferentes equipamentos de saúde. O recurso, que começou a ser executado em 2020, está presente em todas as 482 UBSs da capital e em fase de implementação em outros equipamentos como Hospital Dia, Ambulatório de Especialidades (AE), Assistências Médicas Ambulatoriais de Especialidades (AMA-E) e Centros de Atenção Psicossocial (Caps).
Com duração de dois dias, o simpósio reúne pesquisadores, gestores públicos, estudantes e profissionais de saúde, com o propósito de ampliar as redes de pesquisa e cooperação técnica nacional e internacional.
“A proposta do evento é compartilhar experiências, práticas e desafios em saúde digital, que tem uma capacidade de transformar e fortalecer o Sistema Único de Saúde”, explicou a professora da Unifesp Maria Inês Badaró Moreira.

