Atual gestão municipal amplia acesso à cultura nos bairros, reúne milhões de pessoas em todas as regiões da capital e alcança aprovação histórica do público
A edição 2026 da Virada Cultural consolidou a proposta da gestão do prefeito Ricardo Nunes de democratizar o acesso à cultura e levar grandes atrações para além do centro da cidade. Com programação distribuída pelas zonas Norte, Sul, Leste, Oeste e região central, o evento reuniu 4,8 milhões de pessoas durante o fim de semana e impulsionou a economia paulistana em R$ 1,1 bilhão, segundo levantamento realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), a pedido da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.
O estudo revela ampla aprovação popular do modelo implantado pela Prefeitura de São Paulo, que prioriza a descentralização das atividades culturais. Entre os entrevistados, 94,6% aprovaram a realização de shows, espetáculos e atrações culturais espalhadas pelos bairros da capital, reforçando a importância de aproximar a cultura das comunidades e ampliar o acesso da população aos grandes eventos da cidade.
A pesquisa ouviu 1.600 pessoas ao longo dos dois dias da Virada Cultural em todas as regiões do município. O levantamento apontou ainda que 99% do público recomendaria o evento para amigos e familiares, enquanto 94,8% demonstraram interesse em retornar na próxima edição. Entre aqueles que já participaram de outras edições, 93,4% consideraram a Virada Cultural 2026 melhor ou no mesmo nível das anteriores.
A descentralização promovida pela gestão Ricardo Nunes permitiu que milhares de famílias acompanhassem apresentações culturais próximas de casa, fortalecendo a ocupação dos espaços públicos e incentivando a valorização cultural nos bairros periféricos da capital. A estratégia também ampliou o fluxo de visitantes em diferentes regiões da cidade, estimulando o comércio local, o turismo e a geração de renda.
De acordo com os dados da FGV, 84,4% dos participantes avaliaram a programação como ótima ou boa. O impacto turístico também chamou atenção: 84,8% dos turistas entrevistados afirmaram que a Virada Cultural foi o principal motivo da viagem para São Paulo durante o período do evento.
“Estamos levando cultura para todas as regiões da cidade, para pessoas que muitas vezes não conseguem acessar uma sala de cinema, assistir a uma orquestra ou participar de grandes eventos culturais. São Paulo inteira está mobilizada para garantir cultura em todos os territórios”, comentou o prefeito Ricardo Nunes.
Além da movimentação econômica, a Virada Cultural gerou reflexos positivos na geração de empregos e arrecadação. O estudo aponta a criação de aproximadamente 20 mil postos de trabalho, além de R$ 435,6 milhões em renda e R$ 177 milhões em tributos municipais, estaduais e federais. O impacto econômico também acrescentou R$ 409 milhões ao Produto Interno Bruto (PIB) da capital paulista.
O perfil do público demonstrou forte participação dos jovens adultos. A faixa etária predominante foi de pessoas entre 26 e 35 anos, representando 32,1% dos entrevistados, seguida pelo público entre 18 e 25 anos, com 27%. A pesquisa identificou ainda equilíbrio entre homens e mulheres presentes no evento, além de diversidade social e econômica entre os participantes.
A edição 2026 também reforçou o compromisso da gestão Ricardo Nunes com ações sustentáveis e inclusão social. Durante os dois dias de programação, uma central de reciclagem instalada no Largo Paissandu recolheu quatro toneladas de materiais recicláveis, entre alumínio, plástico, vidro e papelão. A operação contou com 165 catadores e catadoras que atuaram em áreas de grande circulação, como Anhangabaú, República, São João e Largo do Arouche.
Além de colaborar para a limpeza urbana e destinação correta dos resíduos, a iniciativa garantiu geração de renda aos trabalhadores envolvidos, que receberam remuneração diária, alimentação e equipamentos de proteção. Em toda a cidade, as equipes de limpeza recolheram 18,6 toneladas de recicláveis e retiraram 84 toneladas de resíduos durante o evento.


